Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo.
11 de julho de 2009
Renato
sempre vou gostar..
rs
*gostar
responda a esquete
http://ihopedeath.blogspot.com/
*enquete
como vc acha que morreu o kurt?
##Renato Subsolo## Santo Google! says:
eu acho que ele tava indo na garagem da casa dele, aí entao ele viu um pipa caindo...aí ele ia correr atrás do pipa, aí vinha vindo um molequinho de 7 anos, aparentemente inofensivo...mas ele deu um tiro na cabeça do Kurt, aí o Kurt morreu ali...e ainda por cima o moleque roubou a heroína do Kurt, deixou sem querer cair um pouco no sangue dele, e o que sobrou, ele vendeu...
huahuahuahua
- Carol " says:
rs
mais responde msm assim
rs
##Renato Subsolo## Santo Google! says:
respondi
- Carol " says:
vou colocar essa alternativa
rs
em sua homenagem
___________________________________________
Nem da pra colocar mais uma opção, mais tá valendo!
10 de julho de 2009
Charles Manson

Charles Manson fundou sua comunidade hippie em 1954, logo após ter cumprido uma pena de dez anos. Localizado em Spahn Ranch, nas proximidades de Los Angeles, o grupo pregava o amor livre e o uso de drogas, com Manson sendo encarado como um Messias por seus seguidores, ou “família” como eles preferiam ser tratados. Poderiam ter sido somente mais uma comunidade hippie típica da época, não fossem as bizarras idéias de seu líder: filho de uma prostituta, Manson passou por vários reformatórios juvenis, respondendo por crimes como falsificação e roubo, mas seria somente após a formação de sua comunidade que o maníaco por trás daqueles pequenos golpes se revelaria.Antes de iniciar sua breve onda de crimes, a “família” de uma forma geral e, mais especificamente Manson, foram investigados pelo desaparecimento e suposto assassinato de um de seus membros que, aparentemente, vinha questionando seu líder. A “família” se uniu em torno de Manson, dificultando as investigações. Como nunca foi provado nada o caso foi arquivado, mas uma sombra obscura começou a pairar sobre aquela comunidade que “pregava” a paz e o amor.
Mas foi em 9 de agosto de 1969 que a “família” mostrou toda sua loucura, invadindo a mansão do diretor de cinema Roman Polanski, em Hollywood, e assassinando brutalmente sua esposa, a modelo e atriz Sharon Tate (grávida na ocasião), e mais dois casais de convidados que se encontravam na casa. As vítimas foram baleadas, esfaqueadas e espancadas até a morte, seu sangue foi usado para escrever mensagens nas paredes. O exame dos legistas comprovou que o bebê sobreviveu por horas após a morte de sua mãe.Na noite seguinte foi a vez de Leno e Rosemary LaBianca, que tiveram sua casa invadida e também foram brutalmente assassinados.
Manson e seus seguidores foram presos e acusados dos assassinatos. Mais uma vez a “família” se uniu em torno de seu líder, tentando preservá-lo, seguindo um plano já traçado desde antes de começarem os assassinatos, Manson afirmou desconhecer os atos de seus seguidores, alegando não estar com os mesmos quando os crimes foram cometidos. No julgamento, três seguidoras de Manson queriam assumir a culpa e inocentar seu líder, mas os advogados se recusaram a aceitar seus depoimentos. Neste momento Charles Manson decide revelar sua verdadeira face, até então oculta sob a figura do pacifista inocente perseguido pelo sistema, e passa a afirmar seu profundo ódio pela humanidade, que rejeitava ele e os membros de sua família, disse ele: “Tenho feito tudo para ser aceito em seu mundo, e agora vocês querem me matar! Eu apenas digo a mim mesmo: ora, já estou morto, sempre estive em toda a minha vida… não ligo a mínima para o que possam fazer comigo”. Manson e seus seguidores foram julgados, culpados e condenados a prisão perpétua.
Posteriormente foram revelados os reais objetivos dos crimes cometidos pela “família” Manson: seu líder não passava de um racista, que planejava cometer assassinatos brutais contra ricos brancos, para que esses pudessem ser atribuídos a negros, iniciando uma onda de racismo e perseguições contra os negros de todo o país. Em certa ocasião Manson afirmou que se começasse a matar nunca poderia ser parado, até ter exterminado toda a Humanidade (dimensão exata de sua loucura e megalomania). Atualmente muitos artistas tentam se valer da imagem de Manson de forma sensacionalista, chegando a pregar sua libertação, um absurdo tendo em vista tudo que ele fez e afirmou ser capaz de fazer se continuasse solto.fundou sua comunidade hippie em 1954, logo após ter cumprido uma pena de dez anos. Localizado em Spahn Ranch, nas proximidades de Los Angeles, o grupo pregava o amor livre e o uso de drogas, com Manson sendo encarado como um Messias por seus seguidores, ou “família” como eles preferiam ser tratados. Poderiam ter sido somente mais uma comunidade hippie típica da época, não fossem as bizarras idéias de seu líder: filho de uma prostituta, Manson passou por vários reformatórios juvenis, respondendo por crimes como falsificação e roubo, mas seria somente após a formação de sua comunidade que o maníaco por trás daqueles pequenos golpes se revelaria.Antes de iniciar sua breve onda de crimes, a “família” de uma forma geral e, mais especificamente Manson, foram investigados pelo desaparecimento e suposto assassinato de um de seus membros que, aparentemente, vinha questionando seu líder. A “família” se uniu em torno de Manson, dificultando as investigações. Como nunca foi provado nada o caso foi arquivado, mas uma sombra obscura começou a pairar sobre aquela comunidade que “pregava” a paz e o amor.
Fake Plastic Trees - Radiohead
Her green plastic watering canFor her fake Chinese rubber plant
In the fake plastic earth
That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plans
To get rid of itself
It wears her out, it wears her out
It wears her out, it wears her out
She lives with a broken man
A cracked polystyrene man
Who just crumbles and burns
He used to do surgery
For girls in the eighties
But gravity always wins
It wears him out, it wears him out
It wears him out, it wears him out
She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love
But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run
It wears me out, it wears me out
It wears me out, it wears me out
If I could be who you wanted
If I could be who you wanted all the time
All the time...
Para uma falsa planta chinesa de borracha
na Terra artificial de plástico
Que ela comprou de um homem de borracha
em uma cidade cheia de planos de borracha
Para se livrar de si mesma
Isto a desgasta, isto a desgasta
Isto a desgasta, isto a desgasta
Ela mora com um homem quebrado(sem dinheiro)
um homem de poliestireno rachado
que só se esfarela e queima
Ele costumava fazer cirurgias
em garotas de oitenta anos
mas a gravidade sempre vence
E isto o desgasta, isto o desgasta
Isto o desgasta, isto o desgasta
Ela parece ser real
Ela tem sabor de real
Meu amor artificial de plástico
Mas não posso evitar o sentimento
Eu poderia explodir através do teto
se eu simplesmente me virar e correr
E Isto me desgasta, isto me desgasta
Isto me desgasta, isto me desgasta
Se eu pudesse ser quem você queria
Se eu pudesse ser quem você queria
o tempo todo, o tempo todo
Merda II
Não, não estou bem... Mais e se estivesse? A quem importaria? Tive insônia novamente, não sei o que fazer. Talvez procurar um psicólogo, ou um psiquiatra...
Ou logo o manicômio.
"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que mais ama. Eu desisti. mas não pense que foi por falta de coragem de lutar, e sim por não ter mais condiçoes de sofrer..."
T...
9 de julho de 2009
Reparei que a poeira se misturava ás nuvens
Reparei que a poeira se misturava às nuvens,
e, sem pôr o ouvido na terra,
senti a pressa dos que chegavam.
Disse-me de repente: "Eis que o tropel avança".
Mas todos me olhavam como surdos,
e deixavam-me sem responder nada.
Vi as nuvens tornarem-se vermelhas
e repeti: "Eis que os incêndios se aproximam".
(Mas não havia mais interlocutores.)
"Eles vêm, eles não podem deixar de vir",
balbuciei para a solidão, para o ermo.
E já por detrás dos montes subiam chamas altas;
ou eram estandartes ou eram labaredas.
Perguntei: "Que me vale ter casa, parentes, vida?
Sou a terra que estremece? ou a multidão que avança?
Ó solidão minha, ó limites da criatura!
Meu nome está em mim? no passado ou no futuro?
Ninguém responde. E o fogo avança para meu pequeno enigma".
Apenas um anjo negro entreabriu seus lábios,
verdadeiramente como um botão de rosa.
"Death"
DEATH?
Por que me falas nesse idioma? perguntei-lhe, sonhando.
Em qualquer língua se entende essa palavra.
Sem qualquer língua.
O sangue sabe-o.
Uma inteligência esparsa aprende
esse convite inadiável.
Búzios somos, moendo a vida inteira
essa música incessante.
Morte, morte.
Levamos toda a vida morrendo em surdina.
No trabalho, no amor, acordados, em sonho.
A vida é a vigilância da morte,
até que o seu fogo veemente nos consuma
sem a consumir.
Cecília Meireles
~ Soneto 17 ~
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
William Shakespeare
8 de julho de 2009
7 de julho de 2009
6 de julho de 2009
Zodiaco

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Carta que Zodiaco mandou a policia confirmando os indicios que ele foi o autor do assacinato do motorista de taxi Paul Lee Stine, mandou um pedaço rasgado da camizeta do taxista junto com a carta.
Um dos mais famosos criptogramas que Zodiaco mandou a policia.
Jim Morrison

"A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo... e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las."
Pude sentir o palpitar de seu peito...
O suor de seu corpo estava no meu
Acariciava levemente
Seu longo e louro cabelo
Apesar de tudo isso...
Sentia sua alma distante da minha
Parecia tão perto e tão longe...
Tentava me aproxima...
Mais nada adiantava...
Não adiantava causar o impossível
Ela permaneceu em meus braços
Por longos tempos...
Toquei meus lábios nos dela
Senti todo seu sarcasmo e frieza...
Ela adormeceu...
Então me levantei devagar...
Vesti-me... E sai de repente
A bela levantou-se pela manhã...
Revirou-se rapidamente pela cama...
E percebeu que estava sozinha
Novamente...
5 de julho de 2009
Catedral de Beauvais

Localizada a 60 km ao norte de Paris, a Catedral de Beauvais, também conhecida como a Catedral Inacabada, se destaca pela sua grandiosidade, mesmo tendo apenas o coro e dois transeptos construídos.
Destruída pelo fogo em 1180 e 1225, a Catedral, antes no estilo românico, teve sua reconstrução iniciada em 1225. O primeiro mestre construtor tabalhou na catedral por 20 anos e nesse período, além de construir sólidas fundações para a catedral e erguer as paredes do deambulatório até o nível das naves internas, utilizou seu grande conhecimento de engenharia e de arte projetando a catedral com uma maior luminosidade devido ao incremento de distância entre pilares (chegando a 8.22 m longitudinalmente) e elevando a altura de suas abóbadas a 48 m, permitindo assim maior entrada de luminosidade na nave através de seus clerestórios iluminados (um desafio para a época, pois as paredes do clerestório foram substituídas por vitrais, estes sem resistência alguma). Depois do trabalho de 5 anos do segundo mestre construtor (também desconhecido), a construção foi assumida por um terceiro mestre, o qual terminou a construção do coro e do deambulatório em 1272.
Porém, sem qualquer aviso prévio, em 1284 ocorreu a queda das abóbadas do coro, destruindo parcialmente a catedral e, junto com as abóbadas, caíram por terra as aspirações ao gigantismo da arquitetura gótica.
A causa da queda da estrutura é desconhecida até os dias de hoje, porém existem algumas hipóteses, dentre elas: a má qualidade da alvenaria do terceiro mestre construtor ou, como sugeriu Robert Mark, a ação do vento na lateral da estrutura da igreja causando sobrecarga e assim o colapso da estrutura. A reconstrução do coro, no estilo gótico e considerado modelo de perfeição com vitrais de 18 m de altura, se deu entre 1322 e 1337, justamente quando o quarto mestre construtor (também desconhecido), atribuindo à elevada distância entre os pilares a queda da estrutura, decidiu construir pilares intermediários entre os pilares da nave (pilares com hachura cheia no esquema ao lado). Apesar de muitas críticas, a colocação desses pilares não interferiu na beleza interna da catedral, porém, estruturalmente transformou as abóbadas do coro, antes quadripartidas, em hexapartidas (vide figura) fazendo com que fossem necessários novos pilares externos, entre os arcobotantes.
A Guerra dos 100 anos e a ocupação inglesa interromperam o trabalho por 150 anos. Após esse período, em 1500, Martin Cambiges, o quinto mestre construtor, deu início à construção dos transeptos, os quais foram acabados em 1532, já sob comando do sexto mestre construtor, Jean Vast. Com a catedral ainda inacabada, já que a nave ainda não havia sido construída, decidiu-se construir uma torre no cruzeiro. Após muita discussão sobre se a torre seria de madeira ou de pedra, em 1558 optou-se pela construção de uma torre de pedra, a qual foi iniciada em 1564 e terminada em 1569, atingindo uma altura de aproximadamente 151 m. Dois anos depois, os pilares centrais do cruzeiro que suportavam os esforços da torre demonstravam sinais de desgaste devido à sobrecarga. Estes pilares começaram a pender no sentido da nave, que, por ainda não estar construída, não fornecia apoio para a torre neste lado (vide figura). Foi então sugerida a imediata construção da nave buscando gerar esse apoio. A construção da nave teve seu início em 17 de abril de 1573; treze dias depois, a torre veio abaixo. Felizmente, neste momento os fiéis estavam em uma procissão fora da catedral, e, milagrosamente, nenhum perdeu a vida no acidente.
Desafiando, aparentemente, as leis da gravidade, a catedral apresenta, assim como as demais catedrais góticas um complexo esquema estrutural baseado em abóbadas de arcos pontiagudos e arcobotantes. Estes elementos estruturais possibilitaram que as paredes laterais da nave fossem mais altas e esbeltas, já que transferiam os esforços horizontais gerados pelo telhado, abóbadas e vento para contrafortes na periferia da igreja.
A torre nunca mais foi reconstruída e, em 1605, decidiu-se deixar a construção inacabada por uma série de motivos, entre eles: já haviam gastado todo o orçamento da construção e o estilo gótico já tinha perdido seu espaço, visto que já se estava então em pleno Renascimento, com a construção das igrejas sendo feita em outro estilo.
Construção de uma Catedral Gótica
A catedral era, seguindo uma visão hierárquica das igrejas, meramente uma moradia para bispos e sua assembléia religiosa. Porém, com o clima de grande disputa no início do período gótico, essas catedrais assumiram grandes proporções se tornando verdadeiros monumentos.A construção de uma catedral gótica formigava com dúzias de trabalhadores dispostos em times de trabalho e que recebiam por aquilo que faziam.
Cada construção era supervisionada por um mestre construtor e por volta de 30 artesãos especialistas. Esses especialistas e alguns de seus mais habilidosos trabalhadores moviam-se de função em função aplicando lições aprendidas e passadas de um a um.
O mestre construtor atuava como um projetista, um artista e ainda como um artesão. Com o auxílio de réguas, compassos, esquadros e outras poucas ferramentas geométricas, ele fazia as plantas da catedral.
A planta básica da catedral gótica pouco diferia das encontradas em catedrais de períodos anteriores. Sob a forma de uma cruz, a catedral se dividia basicamente em: nave, transeptos, e coro. Na parte inferior da cruz se situava a nave central circundada por naves laterais; na faixa horizontal existiam os transeptos e o cruzeiro, e na base da nave tinha-se a fachada principal; existiam ainda torres, porém de localização variada.

Devido ao custo, os andaimes eram mínimos, assim os trabalhadores confiavam sua alma a Deus e andavam sobre flexíveis plataformas. Um perigoso momento para os trabalhadores ocorria quando as paredes atingiam suas alturas finais e os troncos de madeira para o telhado deviam ser elevados a essas alturas.
Assim, com o telhado pronto, podia-se iniciar a construção das abóbadas.Uma a uma, as pedras talhadas das nervuras eram colocadas sobre os cimbres de madeira e firmadas pelos pedreiros.
Entre os cimbres eram instaladas tábuas de madeira, as quais funcionavam como base para o assentamento das pedras durante a secagem da argamassa.
Após a secagem da argamassa, aplicava-se sobre as pedras uma camada de dez centímetros de concreto (buscando evitar fissuras entre as pedras).

4 de julho de 2009
Merda.
Obs. Vou cuidar do meu braço... (novamente machucado. [merda ‘2’] )







