27 de março de 2010



Andando perdida encontrando teu olhar no
   [lugar das estrelas
Sorrindo sentindo meu peito sonhar e viver
Tenho apenas a lembrança da herança de te ter
Na noite eu ando sozinha por essas ruas pálidas
O sol se abre sobre meus olhos
Desgastam minha alma infernal
Na chuva a vida se mostra
Infeliz e real.

Pelos montes castelos do mar
Posso ver o choro das folhas e flores
Que ditam as regras do vento.

Que dizem quando choram
Quando agradecem, quando cansam
Retrucam minha intimidade
Forçando que sou uma simples criança.

Mas transtornada como bêbada sem pranto para
                                                                                 [chorar
Assassinado como borboleta que vai aos céus voar
Digo com minhas palavras sinceras que é contigo
E as luzes que pela noite se adormecem
Que eu quero até meu fim estar.

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